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Campo olímpico para Jogos do Rio 2016 ainda nem entrou no papel
RIO DE JANEIRO (GOLFNEGOCIOS)- O campo que será utilizado para a disputa do golfe nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016, ainda não saiu do papel ou pior nem entrou no papel. O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016 confirmou na prática o que tinha sido alertado pelos especialistas, o prazo de duas semanas para apresentar projetos foi insuficiente. Nenhum dos participantes do concurso para desenhar o campo de golfe olímpico conseguiu preencher toda a documentação legal exigida na licitação internacional para desenhar o campo no Recreio dos Bandeirantes. Assim foi extendido o prazo para o ano próximo para o anuncio do vencedor, ao ser dado mais tempo para o preenchimento dos requisitos, exatamente até 30 de novembro. O concurso foi lançado 14 de outubro com encerramento para 28 de outubro o que mostrou-se irrealizável. ser definida após a escolha de quem poderá participar do concurso. O comunicado expressou: "O Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 comunica que nenhum dos participantes inscritos no processo de seleção internacional para escolha do projeto do campo de golfe dos Jogos Olímpicos forneceu a documentação financeira e jurídica completa necessária para habilitação. Por esta razão, com base na cláusula 8.2.11 do regulamento do referido processo de seleção, a Comissão Julgadora concedeu, à totalidade dos participantes, prazo suplementar para apresentação da documentação faltante. As novas datas das demais etapas do processo de seleção serão anunciadas após o decurso do prazo assinalado." . |
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Itanhangá insiste perante IGF sobre uso do campo em 2016
RIO DE JANEIRO (GolfNegocios) - Peter Dawson, presidente da Federação Internacional de Golfe (IGF)recebeu uma carta de Arthur Porto Pires, presidente do Itanhangá Golf Club, onde o clube seja considerado como opção para receber o golfe nos Jogos Olímpicos de 2016. "...o Itanhangá se considera plenamente qualificado para ser escolhido como o campo olímpico", escreveu Porto Pires. O presidente do Itanhangá lembrou as leis ambientais brasileiras que podem comprometer o projeto do IGF de construir um novo campo no Rio de Janeiro, perto do empreendimento Riserva Uno. O presidente expressou que utilizar o campo do Itanhangá seria uma decisão "racional". Porto Pires escreveu que o campo do Itanhanga possui "qualidade em nível mundial, por não ter um desenho demasiadamente difícil, e por estar num local de espetacular beleza natural". O presidente do Itanhangá lembrou que Tour Europeu escolheu o Itanhangá para seu torneio em 2000 e que o LPGA Tour volta ao clube pelo terceiro ano consecutivo. Ainda não houve resposta a carta datada em 21 de abril por parte da IGF que deverá ter um pronunciamento definitivo sobre o cenário do golfe olímpico em duas a três semanas.
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Jack Nicklaus sim aposta forte no legado do golfe olímpico
RIO DE JANEIRO (GOLFNEGOCIOS) - Jack Nicklaus sim pensa no legado do golfe olímpico, ao informar que o projeto do campo olímpico que planeja fazer junto a Annika Sorestam no Rio de Janeiro nada custará. Um projeto de Jack Nicklaus pode custar de U$ 2 a 5 milhões. O investimento pode alcanzar os U$20 milhões. "Não estamos fazendo isso para nós... Nós não estamos interessados em remuneração ou qualquer coisa assim.... "Nosso objetivo é que o golfe entre nos Jogos Olímpicos para ficar", declarou Nicklaus ao ser entrevistada pela NBC durante um recente torneio da PGA TOUR, o Honda Classic. A intenção de nada lucrar e fazer o campo como legado do golfe olímpico foi confirmado por Scott Tolley, portavoz da empresa de Nicklaus. "Jack e Annika apenas querem ter certeza de que o campo será competitivo para homens e mulheres e que o golfe não desperdiçará a maior oportunidade que já teve", disse Tolley. O golfe está garantido como esporte olímpico apenas para os jogos de 2016 e 2020. "Como parte do seu trabalho como Embaixadores do Golfe e avalistas da campanha vitoriosa que recolocou o golfe nos Jogos Olímpicos, Jack e Annika querem usar sua habilidade conjunta para para garantir a melhor experiência e competição. Eles querem passar ao mundo a imagem correta de quanto o golfe pode ser maravilhoso." Também são candidatos a construir o campo olímpico no Rio de Janeiro, Greg Norman e Lorena Ochoa, Robert Trent Jones e Mário Gonzalez, Arnold Palmer, Gary Player e Nick Faldo. |
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Robert Trent Jones II e Mário Gonzalez na lista dos arquitetos
RIO DE JANEIRO (GolfNegocios) - Um dos pesos pesados entre os arquitetos de golfe mundiais, Robert Trent Jones II fez uma parceria com Mario Gonzalez, o grande golfista brasileiro do pasado, para tentar construir um campo conjunto para os Jogos Olimpicos. Até abril deverá ser escolhido o local e quem construirá o campo dos Jogos Olimpicos em 2016. Trent Jones II e Gonzalez passa assim a competir com Jack Nicklaus/Annika Sorenstan, e tambem com Gary Player, Nick Faldo e Arnold Palmer.
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Profissionais da LPGA com missão de apoiar Jogos 2016 no Rio
ORLANDO (GolfNegocios) - A LPGA, a liga das golfistas profissionais, movilizou a suas jogadores para apoiar a volta do golfe aos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. As profissionais Cristie Kerr, quarta do ranking mundial e Suzann Pettersen, terceira, anunciam sua inscrição para o HSBC LPGA Brasil Cup, a ser realizado no Rio de maio próximo. Pettersen e Kerr, confirmaram que participarão do evento no Itanhangá Golf Club no Rio de Janeiro, nos dias 28 e 29 de maio, pela atração especial dos Jogos Olímpicos de 2016, nessa cidade. Pettersen, qque integrou a delegação oficial para defender o golfe no Comitê Olímpico Internacional (COI) em Copenhague, acredita que a HSBC LPGA Brasil Cup tem um papel fundamental para o crescimento da popularidade do golfe na América do Sul, antes que ele retorne aos Jogos. O golfe integrou os jogos em 1904. A jogadora norueguesa afirmou: “Estamos numa missão! É lógico que o evento Rio 2016 será um marco importante, mas precisamos lançar as bases. É por isso que é importante participar da HSBC LPGA Brasil Cup deste ano.” Kerr disse: “Essa é a maior oportunidade isolada que o golfe feminino jamais teve. Não é apenas uma questão de quem vai ganhar a medalha de ouro daqui a cinco anos. É uma questão de oportunidade para crescer e expandir o esporte mais do que nunca.” Para Giles Morgan, chefe do grupo de patrocínio do HSBC acrescentou: “O HSBC LPGA Brasil Cup pode ser um evento de menor escala em comparação com o principal torneio, LPGA, mas tem um papel muito importante na criação de uma base para o golfe em um país que não tem uma herança de projeção nesse esporte. “O status olímpico dará ao esporte um grande impulso e o Rio será o foco de atenção internacional durante os próximos cinco anos. Isso aumentou muito a importância do HSBC LPGA Brasil Cup.” O HSBC LPGA Brasil Cup será realizado no Itanhangá Golf Club do Rio de Janeiro, nos dias 28 e 29 de maio. O prêmio é de US$ 720 mil e no campo estarão trinta golfistas. |
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Legado dos Jogos para o golfe brasileiro...Por Guillermo Piernes
Legado dos Jogos para o Golfe Brasileiro Por Guillermo Piernes *
Celebro o espaço para o Golfe Olímpico aberto por Golf e Negócios. Ajudará a que circulem mais as ideias e as informações com substância e conteúdo. Às vezes vários dos que temos alguma responsabilidade profissional com os grandes eventos esportivos mundiais que acontecerão no Brasil ficamos arrepiados com a falta de percepção de muitos da grandeza que significa o retorno do golfe aos Jogos Olímpicos, no Rio de Janeiro. Não são somente os 14.700 atletas olímpicos, nem os 205 países representados. Não é o gigantesco esforço do Governo Federal, o Estado, a Prefeitura, iniciativa privada, organismos internacionais. Os Jogos são decisivos para o crescimento do golfe no Brasil. Mas o retorno do golfe aos Jogos Olímpicos exige um legado importante. No campo de golfe é a oportunidade de mostrar real competitividade esportiva do Brasil na disputa internacional. Os resultados certamente melhoram com a aplicação de recursos financeiros já comprometidos para sistemas e métodos de gestão modernos e profissionais, como conversávamos com o Secretário Nacional de Alto Rendimento do Ministério do esporte, Ricardo Leyser. É a chance de transmitir uma imagem positiva para a maioria da população: um esporte que permite a evolução interna dos praticantes... uma modalidade comprometida com a evolução social e econômica... um esporte especial que respeita a Natureza e a ética. Uma mensagem ao mundo: venham jogar golfe num país que recebe de braços abertos e com uma Natureza privilegiada e que conta com uma rede hoteleira e campos de primeiro nível. Os Jogos representam a oportunidade gigantesca de termos um campo olímpico e público de alto nível no Rio de Janeiro. É preciso esclarecer que legado é exigido. O campo olímpico deveria se tornar público depois dos Jogos ou aberto a todos os praticantes que aceitem as regras do golfe, é o que está no espírito das articulações para que os Jogos chegassem ao Rio. O Ministério do Esporte lançou os Cadernos de Legado Rio 2016, entregue ao COI e a diferentes setores da sociedade brasileira. São os legados que resultaram da articulação entre os governos federal, estadual e municipal durante o processo da candidatura brasileira, que alinhou o projeto olímpico ao planejamento de longo prazo da cidade. Inclusão social, juventude, educação, regeneração urbana e meio ambiente são os pontos chaves dos conceitos dos legados oficiais listados. O golfe brasileiro tem a bola a dois palmos do buraco. Um putt que não dá para errar.
* Guillermo Piernes é consultor do Ministério do Esporte para a realização da Copa do Mundo 2014. Escritor e palestrante. Autor de Liderança e Golfe - O Poder do Jogo na Vida Corporativa. www.guillermopiernes.com.br |
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As razões do Clube Itanhangá para sonhar com o campo 2016
RIO DE JANEIRO (GolfNegocios) - Um importante setor dos sócios do tradicional clube Itanhangá e destacados membros da comunidade de golfe do Rio de Janeiro alimentam o sonho que esse histórico campo receba o golfe olimpico em 2016. Aqui estão todos os argumentos utilizados para sustentar esse sonho. Golf e Negócios, neste espaço olímpico, busca fortalecer um debate tão importante para o futuro do esporte no Brasil e insere na sua totalidade o documento montado pelos apaixonados golfistas cariocas: "O advento da escolha da Cidade do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 e também a inclusão do golfe como modalidade esportiva nesta Olimpíada fez os olhos do mundo do golfe se voltarem para nossa cidade. De pronto, surge a indagação: onde, no município do Rio de Janeiro serão disputados os jogos? O Itanhangá aparece então como a solução factível por ser o único com a área requerida para a realização do projeto. A construção de um novo campo público na cidade, vontade de muitos golfistas, mostra-se onerosa para os cofres públicos, não só para a sua implementação como pela sua difícil manutenção “ à posteriori”´, tendo em vista os recursos necessários para manter-se um campo com estas proporções em condições de jogo. Isto tudo agravado pelo ainda reduzido universo de golfistas futuros usuários da instalação. Pode-se dizer que ,a existência de um campo público poderá ser conseqüência do desenvolvimento do golfe na região e não a sua causa motivadora. Assim sendo, pelo ponto de vista de contrapartidas sociais, num país com nossas carências, a construção de um campo poderá será vista pela sociedade como um dispêndio despropositado. Por outro lado, o Itanhangá Golf Club com seus 27 buracos existentes, áreas disponíveis e infraestrutura já instalada, necessitará também de melhorias para se enquadrar no caderno de exigências do Comitê Olímpico Internacional. Estas melhorias e adaptações demandarão um ano e meio de trabalhos , abrangendo, entre outras implementações, as seguintes fases: - Reforma dos buracos de número 19 a 27; - Reforma dos buracos 10 a 18 e reforma dos buracos 1 a 9; De acordo com este planejamento o clube disponibilizaria para os associados durante todo o período, sempre a opção de 18 buracos para jogo, visando com isso um mínimo de distúrbio no dia a dia dos associados. Os custos advindos desta reforma seriam arcados pelo próprio clube com as receitas comerciais advindas dos direitos de exploração comercial do evento . Exatamente nos mesmos moldes que os clubes internacionais fazem para sediar eventos do PGA Tour, Tour Europeu e demais congêneres. O levantamento básico inicial dos custos mostra que estes podem ser cobertos , com folga, pela possibilidade de geração de fundos. Note-se ainda que ,estas receitas, seguindo os moldes internacionais, serão geradas, em sua grande parte, anteriormente aos eventos. Assim sendo, o projeto não demandará , se iniciado há tempo, nenhum adiantamento de caixa do Clube. O projeto contempla ainda, como contrapartida social, a doação para a comunidade circunvizinha de uma escola técnico-profissionalizante de turismo e hotelaria para seus jovens, além de ações de estímulo e incentivo à prática do golfe. O projeto, Itanhangá – Um Sonho Olímpico, deverá ser ampla e abertamente discutido com o quadro social do Clube, que terá toda a oportunidade de conhecê-lo em detalhes, e apresentar suas idéias, aprimorando-o com certeza. O projeto será também apresentado as Autoridades Governamentais e Olímpicas que irão avaliá-lo em relação a sua adequabilidade, aos objetivos sociais e ao ideal Olímpico. Acreditamos que o projeto, Itanhangá 2016 – Um Sonho Olímpico, além de ser uma oportunidade para valorizar o Clube e prover contrapartidas sociais, permitirá que se dê exemplo à Comunidade Internacional e a nossa Sociedade de como, sem recursos públicos, somos capazes de dar respostas inteligentes e viáveis aos desafios que nos são propostos".
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Os sonhos para os Jogos Olímpicos 2016 ...Artigo de Guillermo Piernes
Os sonhos olímpicos Por Guillermo Piernes * BRASÍLIA (GolfNegocios) – O tradicional Clube Itanhangá sonha que o seu histórico campo seja o cenário do golfe olímpico em 2016. Muitos sonham com um campo novo e público no Rio de Janeiro. O campo do Itanhangá, que já recebeu os mais importantes torneios do Brasil e etapas do circuito profissional europeu e eventos com a chancela da LPGA, tem ao seu favor o peso histórico e a sua deslumbrante beleza. Um campo olímpico lançado com a assinatura de um grande nome como Jack Nicklaus, poderia ter grande impacto na comunidade internacional e ser uma importante herança para o esporte nacional e o turismo de golfe. O Comitê Olímpico Internacional (COI) ainda não decidiu sobre o local onde o golfe retornará aos Jogos Olímpicos após 80 anos. O campo do Itanhangá, com pequenos ajustes, está hoje em condições de receber os mais exigentes torneios da PGA Tour ou do Circuito Europeu. O novo campo de ser iniciado logo para dar tempo ao seu amadurecimento pode ser igualmente outra jóia porque a paissagem da região é absolutamente linda. O entusiasmo dos sócios do Itanhangá e contagiante. Mas a pergunta que não quer calar é: A massa societária está disposta a transformar o seu campo privado num campo público?. Poderá o campo de Itanhangá ser público? Ou se campo auxiliar de nove buracos correr essa sorte? A infraestrutura para receber muita gente no Itanhangá pode ser preparada a um custo menor que encarar uma nova construção. O investimento é maior no novo campo porem será todo publico-privado porque qualquer dinheiro público terá como contrapartida um legado social permanente para a a população. O COI, o COB, o Ministério do Esporte serão cobrados pelo legado das obras, seja no Itanhangá ou no novo campo. Deverá existir uma abertura do golfe para muitos. É o preço de ser olímpico. São dois sonhos paralelos Os sonhos continuam. *Guillermo Piernes é palestrante, consultor e escritor. Atualmente é consultor do Ministério do Esporte para a realização da Copa Mundial 2014.
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Adilson da Silva e Lucas Lee seriam hoje os jogadores olímpicos
BRASÍLIA (GolfNegocios) - Se os Jogos Olímpicos fossem hoje, os integrantes da equipe de golfe do Brasil seriam o gaúcho Adilson da Silva, radicado na África do Sul e o paranaense Lucas Lee, residente nos Estados Unidos. Para disputar o golfe dos Jogos Olimpicos vale a posição no ranking mundial. Assim Adilson da Silva, 427 do ranking e Lucas Lee, 584 do ranking, seriam os integrantes da equipe brasileira, com Alexandre Rocha que joga no PGA Tour como terceiro jogador, já que Rocha ainda ocupa a posição 1.260, após dois anos sem conseguir pontuação nos torneios internacionais.
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Alto rendimento para o golfe olímpico...Artigo de Guillermo Piernes
Alto rendimento para o Golfe Olímpico Por Guillermo Piernes *
BRASÍLIA (GolfNegocios) - O golfe brasileiro iniciou uma nota etapa, com ênfase na gestão estruturada, para que o esporte passe a ocupar, além de espaço nas páginas sociais e de turismo, um lugar de destaque internacional na alta competição. Rio de Janeiro receberá a volta do golfe como esporte olímpico nos Jogos de 2016. As autoridades do golfe brasileiro não ficam conformadas com a Cidade Maravilhosa ser apenas o belo palco da competição, após 80 anos de ausência do golfe. Paulo Pacheco, vice-presidente de Marketing e Mauro Galvão, vice-presidente de Desenvolvimento, da Confederação Brasileira de Golfe mantiveram uma reunião com o Secretário de Alto Rendimento e outros especialistas no Ministério do Esporte, que estabeleceu um novo patamar de trabalho em alto rendimento. O Ministério do Esporte apoiará os projetos já desenhados pela CBG para preparar os atletas candidatos a representar o Brasil nos Jogos de 2016 e depois em 2020, 2024, 2028... Foi lançado um trabalho profissional sem precedentes no golfe brasileiro, assim como aconteceu com outras confederações de outros esportes. Nos Jogos Olímpicos cada país poderá participar com profissionais, seguindo o ranking mundial, onde o melhor jogador brasileiro na atualidade está colocado depois do número 450. Essa realidade deverá ser mudada com a contratação de técnicos de primeiro nível, aplicação de treinamentos de última geração e conscientização dos esportistas sobre o desempenho de alto rendimento. O golfe brasileiro continuará mantendo o importante e fundamental lado lúdico porem pela primeira vez assume com força o lado da alta competição.
** Guillermo Piernes é palestrante e escritor. Autor de Tacadas de Vida e de Liderança e Golfe. Consultor do Ministério do Esporte para a realização da Copa do Mundo 2014. www.guillermopiernes.com.br e piernes@golfempresas.com.br
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